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Hydro Pumps
Indústria Química

Manutenção de bombas para química e petroquímica

Na química, o inimigo das bombas não é o desgaste — é a corrosão. Ácidos, álcalis e solventes atacam metais, elastômeros e vedações de formas que só a seleção correta de materiais resolve. A Hydro Pumps repara bombas químicas com a disciplina que o setor exige: liga certa, elastômero compatível, selagem dupla quando o fluido pede e vazamento zero como critério de aceite.

Aplicações Típicas

Bombeamento onde a química ataca

Aplicações em que material errado significa falha rápida — e às vezes incidente.

01

Ácidos e álcalis

Transferência e dosagem de corrosivos — ligas especiais, plásticos técnicos e vedações compatíveis são obrigatórios.

02

Solventes e inflamáveis

Fluidos de baixa lubricidade e alto risco — selagem dupla com barreira e contenção de vazamento.

03

Processos petroquímicos

Correntes de processo em unidades de intermediários e polímeros, com requisitos de continuidade severos.

04

Fluidos que cristalizam

Soluções salinas e polímeros que solidificam em contato com o ar — planos de selagem com flush e quench.

05

Utilidades da planta química

Água desmineralizada, torres de resfriamento e efluentes — o suporte que mantém o processo rodando.

06

Transferência de alta temperatura

Óleos térmicos e correntes quentes — dilatação, selagem e elastômeros para temperatura elevada.

Como Atendemos

Materiais e selagem: onde o reparo químico se decide

A liga certa para cada fluido

Reparar bomba química com material genérico é programar a próxima falha. Trabalhamos com aços inoxidáveis austeníticos e duplex, ligas de alto níquel e revestimentos técnicos — sempre partindo da compatibilidade química com o fluido real do processo, não do 'equivalente visual' da peça original.

O mesmo rigor vale para os elastômeros: um o-ring incompatível dissolve, incha ou endurece em semanas. Cada vedação é especificada pela química do fluido e pela temperatura de operação.

Vazamento zero como critério de aceite

Em fluido perigoso, vedação não é acabamento — é contenção. Especificamos selagem dupla com fluido de barreira onde o processo exige, adequamos planos de selagem e testamos a estanqueidade antes da devolução.

A bomba volta com dossiê: materiais aplicados com certificado, dimensional, balanceamento e teste — a documentação que a segurança de processo da planta precisa arquivar.

Materiais

Inox, duplex, ligas de níquel

Selagem

Dupla, com barreira e planos

Elastômeros

Compatibilidade química real

Aceite

Estanqueidade testada

Perguntas Frequentes

Perguntas de quem opera plantas químicas

Partimos do fluido real do processo — composição, concentração e temperatura — e especificamos liga e elastômeros pela compatibilidade química documentada, não pela aparência da peça original. Materiais aplicados saem com certificado no dossiê do reparo.

Tipicamente, migrar para selagem dupla com fluido de barreira e plano de selagem adequado: o processo fica isolado do ambiente mesmo se a vedação primária falhar. Avaliamos a caixa de vedação da bomba e executamos a conversão completa, com teste de estanqueidade no aceite.

Sim — incluindo solda qualificada para essas ligas, usinagem e fabricação de componentes sob desenho. Quando a peça original está fora de linha, a engenharia reversa reproduz a geometria com material de compatibilidade igual ou superior.

Sim — com o mesmo método dos demais setores de processo: peritagem prévia, escopo e peças fechados antes da janela, execução no cronograma e dossiê completo na entrega. Emergências são atendidas pelo regime 24h.

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Corrosão vencendo suas bombas?

Envie o fluido e o histórico de falhas — a engenharia especifica materiais e selagem para acabar com o ciclo.